Problema no computador não autoriza petição digital por advogado sem procuração

O advogado titular do certificado digital que interpõe o recurso no sistema do tribunal deve ser aquele que tem procuração nos autos. A ocorrência de problema no computador não permite terceirizar o acesso para a interposição da petição.

Com esse entendimento, a 6ª Turma do Superior Tribunal de Justiça não conheceu de um agravo em recurso especial, em que a parte recorrente não fez a juntada da procuração conferindo poderes ao advogado que subscreveu a petição.

O AREsp não foi conhecido pela presidência do STJ. A defesa, então, interpôs agravo para explicar que o advogado que protocolou a petição apenas o fez para ajudar o verdadeiro patrono da causa, que teve um problema no computador.

Para a defesa, a protocolização da petição, com a consequente juntada automática nos autos, pode ser praticada por qualquer advogado, pois a identificação inequívoca do signatário pode ser garantida pelo uso de certificado digital.

Advogado sem procuração

Relator, o ministro Sebastião Reis Júnior refutou a tentativa. Ele citou jurisprudência segundo a qual o advogado titular do certificado digital, que chancela eletronicamente o documento, é o que precisa ter procuração nos autos.

Em sua análise, o STJ permite apenas duas exceções:

Quando se tratar de documento assinado eletronicamente com certificado digital emitido por Autoridade Certificadora credenciada, nos termos da MP n. 2.200-2/2001, por patrono com procuração nos autos, desde que a plataforma de processo eletrônico judicial seja capaz de validar a assinatura digital do documento

Quando se tratar de documento digitalizado que reproduza petição impressa e assinada manualmente também por causídico devidamente constituído no feito.

No caso julgado, a petição foi protocolada por advogado sem representação para tanto. E, chamada para sanar referido vício, a defesa não o fez. A votação na 6ª Turma do STJ foi unânime.

Clique aqui para ler o acórdão

AREsp 2.730.926

FONTE: https://www.conjur.com.br/2025-fev-25/problema-no-computador-nao-autoriza-peticao-digital-por-advogado-sem-procuracao/

Juízo pode declinar da competência de ofício apenas nas ações iniciadas após a Lei 14.879/2024

A Segunda Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) entendeu que as novas regras trazidas pela Lei 14.879/2024 – que alteraram o artigo 63, parágrafos 1º e 5º, do Código de Processo Civil (CPC) – somente poderão ser aplicadas aos processos iniciados após a sua vigência. A nova lei restringe a possibilidade de mudança da competência relativa por meio da eleição de foro e autoriza o juízo a declinar da competência em ato de ofício quando a ação for ajuizada em foro escolhido aleatoriamente pelas partes.

Ao analisar os autos, a relatora, ministra Nancy Andrighi, observou que a petição inicial foi distribuída antes da mudança legislativa e, embora o contrato elegesse um foro sem conexão com as partes, ele deve prevalecer.

No caso em discussão, foi ajuizada uma execução em comarca do estado de Mato Grosso do Sul, mas, diante da alegação de incompetência apresentada pelo réu, o juízo remeteu o processo a uma vara da capital de São Paulo, tendo em vista o foro eleito no contrato. O juízo paulistano, por sua vez, invocando a nova redação do artigo 63 do CPC e considerando aleatória a eleição do foro, reconheceu de ofício a sua incompetência e suscitou o conflito no STJ.

Escolha do foro deve obedecer a critérios legais

A ministra Nancy Andrighi explicou que o parágrafo 1º do artigo 63 do CPC, em sua nova redação, prevê que o foro eleito pelas partes deve ter relação com o domicílio ou a residência de uma delas, ou ainda com o local da obrigação, exceto nos contratos de consumo se for mais favorável ao consumidor. Segundo apontou, caso não sejam respeitados esses parâmetros e venha a ser eleito um foro aleatório, o juízo poderá declinar da competência de ofício, conforme estabelece o parágrafo 5º do mesmo artigo.

“As partes continuam com a faculdade de negociar e eleger o foro que melhor lhes convêm, com fundamento na sua autonomia privada e no viés democrático do processo, desde que dentro do critério legal de racionalidade, evitando-se escolhas abusivas ou eventual distorção do instituto jurídico”, disse a relatora.

Com a entrada em vigor da Lei 14.879/2024, Nancy Andrighi reconheceu que a Súmula 33 do STJ foi parcialmente superada, pois agora é possível o juízo declinar da competência de ofício em uma situação específica. A ministra, entretanto, apontou a necessidade de observância do artigo 10 do CPC nessa situação. “O juiz deverá dar oportunidade às partes para que se manifestem e defendam, eventualmente, a ausência de abusividade na cláusula pactuada, salvo se a aleatoriedade do foro for patente e inexistir prejuízo para as partes com a declinação”, afirmou.

Competência é fixada com o ajuizamento da petição inicial

Ao declarar competente o juízo de São Paulo, a relatora afirmou que o ajuizamento da ação (marco temporal para a definição da competência) ocorreu em momento anterior à vigência da Lei 14.879/2024, “sendo descabida a declinação de competência de ofício”.

A ministra enfatizou que a alteração do CPC apenas deve ser aplicada aos processos que começaram após sua vigência, devido ao marco temporal que surge da interpretação dos artigos 14 e 43 do CPC: a competência será determinada no momento do registro ou da distribuição da petição inicial.

Nancy Andrighi comentou ainda que o STJ já vinha entendendo há anos que é possível afastar a cláusula de eleição de foro quando for abusiva, dificultar ou inviabilizar o acesso ao Poder Judiciário. Segundo ela, mesmo antes da Lei 14.879/2024, o tribunal já afastava a possibilidade da eleição aleatória de foro em execução individual de sentença coletiva, sob pena de afronta ao princípio do juiz natural.

Leia o acórdão no CC 206.933.

FONTE: https://www.stj.jus.br/sites/portalp/Paginas/Comunicacao/Noticias/2025/21022025-Juizo-pode-declinar-da-competencia-de-oficio-apenas-nas-acoes-iniciadas-apos-a-Lei-14-8792024.aspx

CASSI firma parceria com o Hospital Sírio-Libanês, em Brasília, para atendimento em cardiologia e oncologia

O Hospital Sírio Libanês a partir de agora faz parte da nossa rede credenciada de prestadores no Distrito Federal. A parceria firmada entra em vigor nesta terça-feira (04/02) e é exclusiva para as especialidades de oncologia e cardiologia para os Planos Associados e CASSI Família. O atendimento realizado tanto para internação hospitalar quanto para pronto-socorro é fruto do nosso compromisso em oferecer uma rede qualificada e cada vez mais acessível para o cuidado com a saúde dos nossos participantes.

O convênio assinado solenemente na sede da CASSI contou com a presença das lideranças do Sírio Libanês e com a diretoria da CASSI. Para o presidente, Cláudio Said, a parceria é um passo importante para fortalecer o cuidado com o participante. “A gente espera avançar ainda mais. Vamos construir uma parceria muito forte em benefício dos nossos associados, da CASSI e do Sírio Libanês. Estamos muito felizes em poder assinar esse contrato e ampliar a nossa colaboração.”

Ao assinar o contrato, o diretor executivo do Sírio Libanês, Edi Carlos Reis também ressaltou a importância da parceria. “A CASSI para nós é um cliente muito importante e para nós também é um momento de muita alegria. Eu tenho certeza de que essa parceria vai ser um sucesso, não tenho a menor dúvida disso”, frisou.

A presidente do Conselho Deliberativo, Graça Machado, lembrou que Brasília reúne um dos maiores números de participantes e isso faz com que a parceria seja benéfica para todos os envolvidos. “Essa será uma parceria de sucesso onde todos ganham. Ganha a CASSI, seus participantes e ganha também o Sírio Libanês”, reforçou.

FONTE: https://www.cassi.com.br/noticias/cassi-firma-parceria-com-o-hospital-sirio-libanes-em-brasilia-para-atendimento-em-cardiologia-e-oncologia/

Participante ganha assessoria para agilizar solicitações prioritárias

A CASSI passou a oferecer serviço de Assessoria ao Participante, criando uma equipe especializada para agilizar a resposta a solicitações prioritárias:

  • autorizações de urgência ou emergência
  • autorizações com prazo de até 3 dias para vencer, conforme critérios estabelecidos pela ANS ou já vencidas
  • participantes internados
  • autorizações que tenham sido negadas ou estejam em reanálise

O atendimento é feito pelo aplicativo CASSI, no celular, ou pelo site www.cassi.com.br. Após login (CPF e senha do participante), siga os passos para cada canal.

Aqui no SITE

  1. Após login, localize a opção Serviços e, depois, o Fale com a CASSI
  2. Escolha o tipo de mensagem como Solicitação
  3. No campo Assunto, escolha a opção Autorização/Assessoria ao Participante
  4. Envie a mensagem, anexando os documentos necessários

No APP

  1. Clique em Canais de Atendimento
  2. Selecione Fale com a CASSI
  3. Use o botão + e clique no nome do participante para o qual solicitará a priorização
  4. Escolha “Solicitação” na lista de opções
  5. No campo Assunto, selecione Autorização/Assessoria ao Participante
  6. Envie a mensagem, anexando os documentos necessários

A CASSI fará contato por telefone. Se certifique de ter seu dados cadastrais atualizados!

Fique atento: quando a CASSI ligar aparecerá em seu celular o número (11) 2135-4151.

FONTE: https://www.cassi.com.br/noticias/participante-ganha-assessoria-para-agilizar-solicitacoes-prioritarias/

Previ recebe auditores do TCU

Levantamento de informações pelo Tribunal começou na última segunda-feira, 17/2

No dia 17/2 a Previ recebeu os auditores do Tribunal de Contas da União (TCU) para um levantamento de informações. No primeiro dia de atividades, a Diretoria Executiva se reuniu com a equipe do tribunal para uma apresentação sobre os investimentos e a governança da Previ. O trabalho na sede da Previ segue até o fim da semana, e a previsão de conclusão do levantamento é dia 14 de março.

Entre os dados apresentados aos auditores do TCU estava um detalhamento do resultado do Plano 1 (até novembro de 2024), demonstrando a real situação do plano, ou seja, de equilíbrio no período analisado. O Plano 1 encerrou o mês de novembro de 2024 com um patrimônio total de R$ 243 bilhões, e com um superávit acumulado em R$ 528 milhões. Isto é, sem rombo, nem prejuízos.

Como entidade fechada de previdência complementar, a Previ é fiscalizada pela Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), auditada de forma permanente pelo Banco do Brasil e por sua auditoria interna, e, anualmente, por auditoria independente realizada pelas mais conceituadas empresas de mercado. Mas reconhece a contribuição do TCU para o desenvolvimento de uma administração pública mais efetiva, ética, ágil e responsável, em benefício da sociedade.

A entidade seguirá colaborando com os órgãos de fiscalização, prestando todas as informações necessárias, de forma técnica e objetiva, sempre guiada pelas diretrizes estabelecidas na legislação vigente, pela transparência e responsabilidade na gestão dos recursos dos participantes, com foco na solidez e sustentabilidade dos planos.

Estamos confiantes de que o trabalho realizado pelo TCU será mais uma oportunidade para demonstrar a robustez de nossa governança e a eficiência de nossos processos. Continuaremos trabalhando com dedicação para assegurar a tranquilidade e a confiança de todos os nossos associados, firmes no propósito de cuidar do futuro das pessoas.

FONTE: https://www.previ.com.br/portal-previ/fique-por-dentro/noticias/previ-recebe-auditores-do-tcu.htm

Não existe rombo na Previ

Associados não correm risco de pagamentos de contribuições extraordinárias. Entenda.

Na terça-feira, 11/2, o Tribunal de Contas da União (TCU) deu início ao processo de auditoria na Previ. A Entidade se coloca à disposição para fornecer todas as informações necessárias e colaborar integralmente com o processo de forma a esclarecer os fatos e tranquilizar seus associados.

Desde que a auditoria foi anunciada, em 5/2, várias informações sobre a Previ foram divulgadas na mídia e nas redes sociais. Por isso, é importante frisar: não existe rombo na Previ. Não há risco de suspensão do pagamento de benefícios, nem da realização de contribuições extraordinárias por parte dos associados ou do patrocinador, o Banco do Brasil.

O déficit mencionado pelo TCU, no valor de R$ 14 bilhões, é um recorte referente a um período muito específico – de janeiro a novembro de 2024 – em que houve grande oscilação do mercado financeiro. Foi um ano desafiador, que impactou diretamente os investimentos da Previ. Mesmo assim, os investimentos do Plano 1 tiveram desempenho positivo. Foram cerca de R$ 5 bilhões de resultado no período analisado, valor que não foi suficiente para cobrir as despesas.

Dados do último resultado divulgado, com dados acumulados de novembro, mostram que o Plano 1 encerrou novembro com superávit acumulado de R$ 528 milhões. Como o Plano 1 tinha tido resultado expressivo em 2023, de R$ 14,5 bilhões de superávit acumulado, essa “gordura” foi consumida, mas o plano continuou superavitário. Além disso, encerrou o período com um patrimônio de R$ 243 bilhões. Segundo nossos cálculos atuariais, esse montante seria suficiente para pagar os benefícios de todos os associados da Previ até 2100 – ano estimado de encerramento do plano – e ainda sobraria dinheiro.

A Previ não precisou vender nenhum ativo por um preço abaixo do valor de mercado para honrar os seus compromissos. Por isso, não há que se falar em rombo ou prejuízo. A Entidade tem uma política de caixa mínimo, que garante o pagamento dos R$ 16 bilhões em benefícios por ano, independentemente do cenário econômico.

O resultado acumulado ano a ano mostra a capacidade de recuperação do valor dos ativos da Previ. Em 2015, por exemplo, o resultado acumulado do Plano 1 foi negativo em R$ 16,1 bilhões. No auge da pandemia, em março de 2020, atingiu o patamar negativo de R$ 23,6 bilhões, mas encerrou o ano com superávit de R$ 13,9 bilhões. A Previ tem trabalhado para diminuir essas flutuações.

No passado, o Plano 1 tinha alta concentração em renda variável, que chegou a 70% da carteira no início dos anos 2000. Isso possibilitou a formação de um patrimônio bilionário e a distribuição de superávits aos associados entre 2006 e 2013 (mais de R$ 45 bilhões, em valores atuais). Vale destacar que, analisando os últimos 20 anos, a rentabilidade acumulada do Plano 1 supera a meta atuarial, que é o resultado necessário para o plano cumprir os seus compromissos com o pagamento de benefícios. De 2005 a novembro de 2024, os investimentos do plano renderam 978%, enquanto a meta foi de 705%.

Agora, com quase todos os associados em gozo de aposentadoria ou pensão, a estratégia é garantir o pagamento dos benefícios. Para isso, é importante que o plano continue em equilíbrio. Em 2012, o Plano 1 iniciou a estratégia de “imunização do passivo”, que reduz a exposição em renda variável e aumenta em renda fixa.

Só em 2024 foram investidos cerca de R$ 13 bilhões em títulos de renda fixa, como as NTN-B. Esses títulos têm taxas de juros compatíveis com a meta atuarial – parâmetro de rentabilidade mínima de rendimentos do plano. Além disso, protegem os ativos da inflação e pagam juros todo o semestre, colaborando com o fluxo de caixa. Se a Previ não tivesse feito o trabalho de imunização, em vez de equilíbrio, o Plano 1 poderia estar deficitário em cerca de R$ 17 bilhões (e bem próximo do equacionamento).

Apesar de um 2024 desafiador, o Plano 1 segue em equilíbrio. Há 120 anos nunca atrasamos, em um dia sequer, o pagamento de nenhum benefício. E continuaremos assim, firmes no propósito de cuidar do futuro das pessoas.

FONTE: https://www.previ.com.br/portal-previ/fique-por-dentro/noticias/nao-existe-rombo-na-previ.htm

BB Seguridade tem lucro líquido de R$ 2,173 bi no 4 tri

Na comparação com o final do ano anterior, o avanço veio graças às contribuições da Brasilseg e da BB Corretora, diante do crescimento de ambos os negócios

A BB Seguridade encerrou o quarto trimestre de 2024 com lucro líquido ajustado de R$ 2,173 bilhões, um crescimento de 5,8% em relação ao mesmo período de 2023. Na comparação com o terceiro trimestre do ano passado, porém, o resultado caiu 4%.

Na comparação com o final do ano anterior, o avanço veio graças às contribuições da Brasilseg e da BB Corretora, que avançaram em R$ 118,2 milhões e em R$ 74,5 milhões, respectivamente, diante do crescimento de ambos os negócios.

No ano de 2024, a holding de seguros, previdência e capitalização do Banco do Brasil teve lucro líquido de R$ 8,153 bilhões, incremento de 5,7% na comparação com 2023. Além da Brasilseg e da BB Corretora, a Brasilcap também contribuiu para a expansão do lucro.

Se considerado apenas o quarto trimestre, o resultado financeiro da holding e das empresas investidas caiu 13,3% em relação ao mesmo período de 2023, para R$ 393 milhões. A redução foi fruto do aumento do passivo dos planos tradicionais da Brasilprev, corrigidos pelo IGP-M, e pela marcação a mercado negativa de ativos para negociação, com a alta dos juros no final do ano.

Em 2024, o resultado financeiro da holding e das investidas foi de R$ 1,346 bilhão, queda de 17,3% em relação a 2023 diante dos mesmos fatores. No ano, respondeu por 16,5% do lucro líquido, contra uma participação de 21,1% em 2023.

Entre as aplicações financeiras da empresa e das investidas, a maior fatia, de 42,9%, eram pós-fixadas, e outros 39,4% atrelados à inflação. Uma fatia mais baixa de 17,6%, estava em títulos pré-fixados.

Fonte: CNN

www.contec.org.br

FONTE: https://contec.org.br/bb-seguridade-tem-lucro-liquido-de-r-2173-bi-no-4-tri/

BB tem lucro líquido ajustado de R$ 37,9 bilhões em 2024

Alta de 6,6% no ano e Retorno Sobre o Patrimônio Líquido de 21,4%

O Banco do Brasil registrou um lucro líquido ajustado de R$ 37,9 bilhões em 2024, um aumento de 6,6% em relação a 2023, com um retorno sobre o patrimônio líquido (RSPL) de 21,4 %. No quatro trimestre, o lucro líquido ajustado foi de R$ 9,6 bilhões, 0,7% acima do terceiro trimestre de 2024 e 1,5% superior ao resultado do quarto trimestre de 2023.

O desempenho anual foi impulsionado, principalmente, pelo crescimento da margem financeira bruta (+11,2%), das receitas de prestação de serviços (+4,9%) e pelo controle das despesas administrativas (+4,4%), que se manteve abaixo da inflação.

Carteira de Crédito

A carteira de crédito ampliada, que inclui títulos e valores mobiliários privados e garantias, registrou saldo de R$ 1,3 trilhão em dezembro de 2024, com evolução de 15,3% na comparação em 12 meses e 6,1% na comparação com setembro de 2024. O indicador de inadimplência acima de 90 dias encerrou dezembro/24 em 3,32%, influenciado, principalmente, pela elevação observada no segmento agro. Com isso, a despesa com PCLD ampliada acumulada em 2024 teve aumento de 16,9% na comparação com o ano anterior.

Carteira Ampliada Pessoa Física

Incremento de 2,4% no trimestre e 7,3% em 12 meses, alcançando R$ 336,0 bilhões. Destaque para a carteira de crédito consignado, que avançou 1,1% no trimestre e 9,8% nos últimos 12 meses.

Carteira Ampliada Pessoa Jurídica

Apresentou crescimento de 9,4% no trimestre e 18,0% em comparação a dezembro/23, atingindo R$ 461,1 bilhões. Destaca-se, no trimestre, o crescimento em operações de recebíveis (+36,0%), investimento (+6,2%) e capital de giro (+3,3%). Na comparação anual, destaque para as linhas de investimento (+25,9%), ACC/ACE (+18,6%) e capital de giro (+4,2%).

Carteira Ampliada Agronegócios

Atingiu saldo de R$ 397,7 bilhões em dezembro/2024, crescimento de 2,9% no trimestre e 11,9% no ano. Na comparação com o trimestre anterior, destaque para os desempenhos de custeio (+5,2%), investimento (+3,1%) e Pronaf (+2,9%). Na comparação em 12 meses, destaque para as operações de custeio (+18,6%), investimento (+12,7%) e Pronaf (+9,0%).

Carteira de Crédito Sustentável

Em dezembro de 2024, o BB alcançou R$ 386,7 bilhões em operações de crédito sustentável, o que significa um aumento de 12,7 % em 12 meses. As linhas de boas práticas socioambientais representam 28,7% desse total, com destaque para as operações de investimentos, com R$ 49,6 bilhões de saldo.

Dinâmica de Receitas e Despesas

As receitas de prestação de serviços cresceram 4,9% no acumulado 2024, quando comparadas ao mesmo período do ano passado, com destaque para: consórcios (+17,4%), rendas do mercado de capitais (+16,7%), administração de fundos (+11,6%) e seguros, previdência e capitalização (+10,4%).

Já as despesas administrativas se elevaram em 4,4% no mesmo período, abaixo do intervalo das Projeções corporativas e da inflação acumulada no período. Esse resultado reflete o compromisso do Banco do Brasil com o controle das despesas sem prejudicar os nossos investimentos em tecnologia e inovação.

O Índice de Eficiência acumulado em 12 meses foi de 25,6%, refletindo a consistência na geração de receitas e o controle das despesas.

Protagonismo tecnológico e centralidade no cliente

Com um propósito de ser sempre próximo e relevante na vida das pessoas, o Banco do Brasil está focado em oferecer a melhor experiência, promover inovação digital e garantir a sustentabilidade dos negócios.

O investimento em tecnologia mais que dobrou nos últimos dois anos, acelerando a transformação digital do banco. Os produtos com uso de Inteligência Artificial e Analytics aumentaram mais de 300%, tornando as operações mais ágeis e o banco mais eficiente.

O Super App do BB está entre os 10 mais populares entre os brasileiros e é considerado o mais acessível do mercado financeiro, segundo o FinFacts do Google.

O BB aprimorou o uso de gatilhos automatizados para identificar eventos relevantes dos clientes em tempo real, possibilitando ofertas personalizadas com base em inteligência analítica e modelos de propensão, considerando o ciclo de relacionamento com os clientes e a entrega de comunicação contextual. Isso resultou em maior eficiência na prospecção e conversão de negócios, otimizando os contatos e melhorando a efetividade das estratégias.

Ranking Bacen – melhor resultado entre os grandes bancos

Com o compromisso de ouvir os clientes e solucionar as demandas no primeiro contato, o BB manteve-se como a instituição com a melhor posição entre os grandes bancos pelo décimo trimestre consecutivo no Ranking de Reclamações do Banco Central referente ao 4º trimestre de 2024.

O banco mais sustentável do mundo

O Banco do Brasil foi reconhecido como o banco mais sustentável do mundo pela sexta vez no ranking da Global 100. A premiação foi anunciada durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos (Suiça). Fatores como resultados financeiros, carteira de crédito sustentável, compensação de emissões de carbono, uso de energia limpa, governança e diversidade contribuíram para essa conquista. O BB exerce papel transformador por meio da oferta de crédito consciente e se destaca pelo volume da sua carteira de crédito sustentável.

Diretoria Gestão da Cultura e de Pessoas BB

www.contec.org.br

FONTE: https://contec.org.br/lucro-do-banco-do-brasil-cresce-66-para-r-38-bilhoes-em-2024/

Eleições Caref no Banco do Brasil: Selma Siqueira vai para o 2º turno

Candidata, apoiada pela Contraf-CUT, fica em 1º lugar e irá disputar a nova fase do pleito a partir do dia 6 de março

A Comissão Eleitoral, responsável pelo processo de escolha da Conselheira de Administração Representante dos Funcionários do Banco do Brasil (Caref), para o Conselho de Administração da empresa, divulgou na manhã desta sexta-feira (14) o resultado preliminar do 1º turno, com a candidata Selma Siqueira na liderança.

Como no computo geral a 1ª colocada não obteve mais de 50% dos votos válidos, haverá 2º turno de 6 a 12 de março. “Seguimos torcendo e apoiando Selma, porque ela está em linha com a pauta das trabalhadoras e dos trabalhadores. Entre as suas propostas como Caref, estão a defesa do BB público, transparência no Conexão, governança com diversidade, revisão do Processo de Gestão (Performa) e defesa na realização de novos concursos”, explica a coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados do Banco do Brasil (CEBB) e dirigente da Contraf-CUT, Fernanda Lopes. “Além disso, Selma tem uma trajetória consistente no Banco do Brasil. São mais de 24 anos na empresa”, conclui.

Como votar

Todos os funcionários da ativa podem participar, o voto é via SISBB. Veja os passos:

Acesse o SISBB;
Clique na aba PESSOAL;
Clique na aba VOTAÇÕES BB;
Digite o número da sua candidata.

Para votar em Selma Siqueira, a chave é F9032233.

Conheça as propostas de Selma

1. Valorização dos Trabalhadores
Selma acredita que um BB comprometido com o funcionalismo é aquele que promove igualdade de oportunidades, com equidade de gênero, cor, idade, orientação sexual, religião e inclusão de pessoas com deficiência (PCDs), respeitando a diversidade em todas as áreas do banco.

2. Defesa da Realização de Novos Concursos
“Nós vamos defender a realização de novos concursos no BB para assegurar melhores condições de trabalho aos funcionários e funcionárias que estão sobrecarregados e também para cobrir eventuais vazios de assistência bancária nas agências de todas as regiões do nosso país.”

3. Melhoria do Atendimento ao Cliente
“Não tenho nenhuma dúvida de que a melhoria do atendimento ao cliente é fundamental para o fortalecimento do BB. Vamos defender a recuperação do número de postos de trabalho para melhorar a qualidade de vida dos funcionários, resultando em clientes mais satisfeitos que se tornam divulgadores e defensores do banco.”

4. Revisão do Processo de Gestão (Performa)
Para Selma, a revisão do Performa tem o objetivo de garantir a continuidade do processo de revisão do plano de cargos e salários, em especial dos Gerentes de Relacionamento e Assessores, buscando critérios mais justos de evolução profissional na carreira do banco.

5. Transparência no Conexão
Um dos compromissos da candidata é construir os meios para dar transparência ao processo de gestão e atribuição de metas, promovendo maior participação dos envolvidos, além de combater abusos e cobranças indevidas.

6. Banco Público Sustentável
“No Caref vamos fazer uma defesa aguerrida e intransigente do BB público, sustentável e focado no desenvolvimento do Brasil.”

7. Governança com Diversidade
“Uma das nossas grandes prioridades no Caref será garantir um modelo de governança que respeite e amplie a diversidade nos cargos de gestão do banco, com mais investimentos em pessoas e tecnologia, e critérios objetivos e transparentes de ascensão e descenso na carreira.”

8. Comunicação do Mandato
“Temos o compromisso de ampliar a comunicação do nosso mandato com o funcionalismo, participando de reuniões, plenárias, audiências e seminários organizados pelas representações sindicais e associativas. Defender os funcionários e funcionárias é a nossa missão.”

FONTE: https://contrafcut.com.br/noticias/eleicoes-caref-no-banco-do-brasil-selma-siqueira-vai-para-o-2-turno/

Página de Repetitivos traz julgados sobre legitimidade da Fazenda Nacional em ações decorrentes da pandemia

A Secretaria de Biblioteca e Jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça (STJ) atualizou a base de dados de Repetitivos e IACs Anotados. Foram incluídas informações a respeito do julgamento dos Recursos Especiais 2.153.347 e 2.160.674, classificados no ramo do direito tributário, no assunto compensação.

Os acórdãos estabelecem a legitimidade da Fazenda Nacional para figurar no polo passivo de ações em que empregadores buscam recuperar valores pagos a empregadas gestantes afastadas do trabalho durante a pandemia da Covid-19 e a natureza jurídica de remuneração regular desses valores.

Plataforma

A página de Precedentes Qualificados do STJ traz informações atualizadas relacionadas à tramitação – como afetação, desafetação e suspensão de processos –, permitindo pesquisas sobre recursos repetitivos, controvérsias, incidentes de assunção de competência, suspensões em incidente de resolução de demandas repetitivas e pedidos de uniformização de interpretação de lei, por palavras-chaves e vários outros critérios.

A página Repetitivos e IACs Anotados disponibiliza os acórdãos já publicados (acórdãos dos recursos especiais julgados no tribunal sob o rito dos artigos 1.036 a 1.041 e do artigo 947 do Código de Processo Civil), organizando-os de acordo com o ramo do direito e por assuntos específicos.

FONTE: https://www.stj.jus.br/sites/portalp/Paginas/Comunicacao/Noticias/2025/20022025-Pagina-de-Repetitivos-traz-julgados-sobre-legitimidade-da-Fazenda-Nacional-em-acoes-decorrentes-da-pandemia.aspx